Que correria... foi pisar no Rio que no MESMO DIA me ligaram de Brasília pra trabalhar como VJ na inauguração da nova ala do Parkshopping. Trabalho corporativo, grande, envolvendo desde estrelas da novela das 8 até um paredão de LEDs de intimidar. Uma semana depois, estava eu em Brasília, pra ficar menos de 24 horas, trabalhando na festa. O detalhe é que eu VJzei com febre alta e aquele mal estar que todo começo de gripe te dá. E de volta ao Rio, finalizei uns trabalhos gráficos que estavam atrasados e de repente me pergunto: como é que eu vim parar aqui? Tipo, não aqui, no Rio, mas aqui na vida mesmo. Não tenho casa, vivo viajando de um lugar para o outro pra fazer coisas meio malucas e ainda não sei (repetition...) onde estarei daqui a duas semanas. São Paulo é o destino óbvio, mas não posso garantir porque estar lá não depende só de mim. Vou estar em Brasília dia 21 de novembro por conta de uma festa onde vou trabalhar, mas fora isso, só sei que nada sei. Me sinto o easy rider do fim dos tempos. Tenho um trabalho pra finalizar aqui no Rio, mas por conta de falta de deadlines e certezas da parte do contratante, fica suspenso no ar. Enquanto isso vou à praia, estrago minha pele um pouco mais a cada dia em frente ao mar mas encho meu ser de beleza com o pôr do sol visto do topo da pedra da gávea. Enquanto as certezas não vêm, que pelo menos venha a tranquilidade envolta nessa beleza a nas sutis coincidências que dão um pouco de sentido a todo esse liquidificador ligado na potência máxima que é minha vida. E daqui a pouco coloco umas fotos que merecem ser compartilhadas com quem quiser ver.
E é isso, por mais que meu texto seja repetitivo e as situações também, obrigado por estar aqui. Qualquer coisa, drop me a line e vamos que vamos! Amo vocês,
Helinho

